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Elaine Sekimura

A Beira da Vingança, por Mônica Souza

Como um sozinho, as bestas avançaram para os sacerdotes, trocando lentamente de forma animal para as formidáveis formas humanas enquanto a escuridão reclamava as áridas planícies.

A Beira da Vingança, por Mônica Souza
Livro: A Beira da Vingança
Autor: Mônica Souza
Edição: Atualizada
Categoria: Romance, Aventura
Formato: PDF
Lançamento: 2009
Valor: Grátis
Download: Disponível



Sinopse:

Em um tempo antes do tempo, nesses últimos dias antes das casas de barro e os arados de pedra, nas dunas onde mais tarde se elevariam as montanhas Ur dando passo a Babilônia e Assíria, Os Sete se encaravam com as almas que lhes tinham convocado. Era o crepúsculo, e muito mais escuro que a noite, que estava caindo. Para o olho humano, Os Sete pareciam nada mais que resplendores, elevando do deserto para as estrelas como pilares, sujeitando o céu. Tocavam-se os uns aos outros como antigos amantes, e falavam tão livremente como eternos companheiros.

E então um vento seco avivou os murmúrios da areia entre as dunas, e os sacerdotes dos homens começaram seus letais conjuros… Sons odiosos para os ouvidos dos Sete!

Gritando, abraçaram-se uns aos outros como meninos. Feridos. Confusos. Acaso não tinham vindo para lhes servir? Por que seus antigos amigos lhes causavam tanto dor, tanto dano? Os Sete não possuíam nomes próprios pelo que sabiam os sacerdotes, que simplesmente lhes chamavam segundo suas naturezas animais, nomes traduzidos mais tarde como: Leopardo, Víbora, Elefante, Falcão, Crocodilo, Lobo e Leão.

Para os sacerdotes dos homens, Os Sete encarnavam uma ameaça inexprimível. Guardiães da autêntica magia, esgrimidores dos Antigos Poderes, Os Sete eram bastante fortes para destruir a maré crescente dos homens.

De modo que os sacerdotes se dispuseram a destruí-los. E assim é que os sacerdotes tiveram êxito.
Quase.

Em um esforço desesperado por escapar da prisão letal, Os Sete realizaram um feitiço final e depois liberaram sua força vital para assegurá-la da reencarnação de acordo com as antigas leis espirituais, para retornarem como humanos na aparência. Destinados a não recordar sua autêntica identidade até o momento da seguinte morte ou até que o verdadeiro sangue finalmente corresse pelas veias certas.
Como uivaram os sacerdotes quando Os Sete desapareceram! Como rasgaram seus hábitos negros quando as dunas exalaram o resultado do feitiço: sete guardiões, a imagem de seus professores… Leopardo, Víbora, Elefante, Falcão, Crocodilo, Lobo e Leão.

E assim foi como nasceram os Montre, observadores concebidos pelo feitiço como encarnações defensoras de Os Sete, aquelas almas mais antigas, chamados mais tarde Redevence. Os Montre seriam caminhantes da noite, atados as suas formas espirituais durante o dia, mas completamente humanos —e famintos— sob a luz da lua. Desde o começo, odiaram aos inimigos de seus professores espirituais. Odiaram aos sacerdotes dos homens.

Aterrados, sabendo que os guardiões não poderiam ser derrotados por nenhuma magia conhecida sobre esta Terra, os sacerdotes recuaram. Quão único puderam fazer foi tomar um retalho de poder do feitiço do Redevence. Suficiente para rechaçar aos guardiões… ou isso esperavam fervorosamente.
E assim foi que nasceram os Empêche. Gêmeos idênticos dos Montre, os Empêche foram criados para procurar e destruir o Redevence. Os Empêche seriam caminhantes do dia, sujeitos a suas formas espirituais durante a noite, mas completamente humanos, e famintos, sob a luz do sol. Desde o começo eles também odiaram aos inimigos de seus professores.

Como um sozinho, os musculosos homens se enfrentaram com os Montre, trocando lentamente de humanos a bestas formidáveis enquanto os raios da lua cintilavam nas areias coloridas.
Inclusive os sacerdotes souberam que a luta acabaria em empate antes de começar.
Logo escaparam, levando os seus guardiões Empêche com eles.
E assim terminou a batalha.
E assim a batalha nunca terminou, para sempre e por toda a eternidade.

"A Beira da Vingança, por Mônica Souza"

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